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Disfunção Sexual
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Impotência sexual:


Todo homem que apresenta problemas de ereção necessita de cuidados especiais. Em primeiro lugar, pela própria condição da doença que, com frequência, afeta a intimidade e o relacionamento conjugal. Em segundo lugar, por poder representar o primeiro sinal de uma doença orgânica grave.

Causas:


DE Psicogênica:



Uma parcela importante dos pacientes com problemas de ereção têm, como a causa de sua condição, problemas de ordem emocional. São, em sua maioria, pacientes jovens, no início de suas atividades sexuais, ou então, pacientes que já mantém relacionamento sexual normal e que por problemas emocionais passam a expressar um maior nível de ansiedade em suas relações. Apresenta como característica importante início súbito, em pacientes previamente com atividade sexual normal. Essa ansiedade culminará em problemas de ereção, ou também, de ejaculação precoce durante o intercurso sexual.

Para o tratamento adequado desses pacientes é de fundamental importância o acompanhamento em conjunto com um psicólogo especialista em terapia sexual.

DE Orgânica:



Sabe-se hoje que as artérias que fazem a irrigação peniana, e, por conseguinte, responsáveis pela ereção, são as artérias de mais fino calibre dentro do nosso organismo. Uma patologia que afete estas artérias, como a doença aterosclerótica da hipertensão arterial sistêmica ou do diabetes mellitus, pode se não for tratada adequadamente, progredir para uma doença cérebro-vascular ou coronariopatia no futuro. Em palavras mais simples, um paciente com impotência sexual, se não for corretamente manejado, poderá, dentro de alguns anos, progredir para um acidente vascular cerebral (derrame) ou um infarto do miocárdio (infarto do coração). Desta forma, além de ser um problema de saúde com grande impacto na qualidade de vida dos homens, a disfunção erétil é um sintoma de outras doenças com risco de morte precoce ou sequelas graves.

A DE orgânica pode se manifestar em decorrência da alteração na vascularização arterial do pênis ou de problemas nos nervos que levam a informação para o pênis entrar em ereção. Essas doenças se tratadas a tempo podem, em parte, regredir melhorando as chances de ereção no futuro.

Opções terapêuticas:


O tratamento inicial visa sempre reduzir os efeitos da doença de base que produziu a DE. Por exemplo, controlar os níveis tensionais em casos de hipertensão arterial sistêmica, controlar os níveis glicêmicos em caso de diabetes mellitus e assim por diante.

Modificações no estilo de vida frequentemente trazem benefícios:

1. Redução na ingestão de gorduras;
2. Redução do índice de massa corpórea;
3. Redução ou abandono do tabagismo;
4. Abandono do sedentarismo com a adoção de exercícios físicos rotineiros.

Medicações orais:



Via de regra são as primeiras opções que o médico urologista / andrologista dispõe para o tratamento da disfunção erétil. Essas medicações aumentam o aproveitamento do Óxido Nítrico no interior dos corpos cavernosos do pênis, facilitando o mecanismo da ereção. Na atualidade, existem cinco tipos diferentes dessas drogas, tendo cada uma delas sua particularidade e indicação.

Dispositivos de bomba a vácuo:



São mecanismos compostos por uma bomba que aspira para dentro dos vasos do pênis uma quantidade suficiente de sangue para que o pênis entre em estado de ereção. Após esse bombeamento, é aplicado junto à base do órgão um anel, que impede a drenagem do sangue venoso e mantém a ereção por tempo suficiente para o paciente ter a sua relação sexual. Deve-se tomar o cuidado de nunca deixar o anel na base do pênis por período superior a 30 minutos, pelo risco de lesão isquêmica do órgão.

Injeção intracavernosa de vasodilatadores:



São medicações injetáveis, que quando aplicados no interior do tecido erétil do pênis, causam uma importante vasodilatação, originando a ereção. Diversas são as substâncias que podem ser empregadas nesse tipo de tratamento.

À primeira vista, parece ser um tratamento complicado e que pode intimidar o paciente, porém após a correta explicação do seu mecanismo de ação, bem como o modo de sua utilização o método fica bastante simples e de grande aderência e eficácia. O esquema correto a ser aplicado deverá ser individualizado em conjunto com o seu médico.

Próteses penianas:



Em casos de disfunção erétil de origem orgânica em fases avançadas, o emprego de próteses penianas pode representar a única solução. Estão entre os métodos com maior índice de satisfação por parte dos pacientes. O tratamento é baseado no implante cirúrgico de dispositivos mecânicos no interior dos corpos cavernosos penianos. Esses dispositivos quando acionados proporcionarão uma ereção artificial que propiciará o intercurso sexual. Existem diversos tipos de próteses penianas com diferentes mecanismos de ação e com bastante variação de custos umas das outras. Entretanto, para o implante desses dispositivos, faz-se necessária uma cuidadosa investigação da disfunção erétil e a individualização de cada situação com o intuito de escolher a prótese mais adequada para cada paciente.

1. Próteses penianas maleáveis:
São as próteses mais simples e com menor custo. Consistem em hastes de silicone com um filamento de prata em seu interior. Essas hastes são implantadas dentro de cada um dos corpos cavernosos. Quando o pênis está em repouso, essa haste, com o filamento de prata, é deixada dobrada de modo que o pênis permaneça dobrado para baixo. Quando o paciente tem a intenção e vai iniciar a relação sexual, ele simplesmente retifica o pênis, de modo a ficar ereto e reto, propiciando uma ereção para permitir a introdução do pênis na vagina da mulher.

2. Próteses penianas infláveis de dois volumes:
São próteses penianas mais elaboradas que as maleáveis. Constituídas de dois cilindros infláveis e uma bomba, usada para transferir o líquido dentro dos reservatórios. Esses cilindros são colocados no interior dos corpos cavernosos e, quando o paciente for iniciar a relação sexual, ela aciona o dispositivo que modo a encher os cilindros, proporcionando uma ereção artificial que permite o coito.

As próteses de dois volumes são, dentre as próteses infláveis, as mais simples, e tem o prazo de vida útil de sete a dez anos. Devido ao seu mecanismo de ação menos sofisticado, essas próteses tem uma chance um pouco maior de problemas mecânicos e da ocorrência de aneurismas.

3. Próteses penianas infláveis de três volumes:
São as mais avançadas e modernas próteses penianas disponíveis no mercado na atualidade. O seu mecanismo de ação reduz a chance de problemas mecânicos e de aneurismas no sistema da haste inflável. São constituídas por dois cilindros infláveis colocados no interior dos corpos cavernosos, um reservatório com líquido posicionado no interior do abdome e um terceiro componente que, posicionado no interior da bolsa escrotal, permite que o paciente controle quando quer que o pênis fique em estado flácido ou estado de ereção. Dentre as próteses infláveis, são as mais utilizadas hoje em dia.


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